segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Sou uma galinha.

Na verdade eu não ando mt motivado pra postar, primeiro por que agora minhas energias estão voltadas para o futebolforca.com e segundo por que eu percebi que nunca tenho nada de bom pra dizer ehehe.

Enfim, o fato mais curioso foi que ontem presenciei um acidente. Ok, não presenciei, e não foi um acidente com A maísculo, mas o fato é que cheguei minutos depois da colisão de dois carros na minha rua.

Um baitolão bebum encheu a traseira de uma guria (do carro dela... mangolão, até porque o cara era puto) e fez um estrago considerável no veículo da menina.
Enfim, cena típica de cidade pequena [no caso Menino Deus, um bairro com jeito (moleque) de cidade do interior], muitas pessoas na rua olhando, comentando, polícia, EPTC, ZH e etc.

Eis que surge um bombadinho, proclamando-se "da banda" (e por "da banda" entenda como algo do tipo "da região" e não que ele toque alguma coisa em algum conunto musical) afirmando que iria arrebentar o bebum e que faria o elemento pagar pelos estragos e tal e coisa. A cena durou pouco o carinha deu mais uns urros, pontapés e empurrões, quando foi acalmado, primeiramente por um garçom de um bar próximo e depois por este que vos escreve, que com um discurso emocionante sobre a falta de nexo da violência, conseguiu expulsar o valentão.

Enfim², tudo isso foi o pra afirmar a minha condição (um tanto quanto ridícula prum cara com o meu peso e a minha altura) de galinha. Galinhão, frangote mesmo. Tenho um pavor inconsciente por bigas e nunca consegui me envolver em nenhuma. E não sei como será quando me envolver.

Pracabá, o bebado foi levado pro hospital pela SAMU, e a guria depois de chiliques faraônicos se acalmou nos braço de um transeunte, que julguei eu ser seu namorado.

3 comentários:

Germano Jaeschke Schneider disse...

Uma vez também quase presenciei um acidente: se estivesse 15 metros a frente, já na esquina, teria visto o atropelamento de uma menina. A pobre moça perdeu bastante sangue, por sorte em poucos minutos chegou o helicóptero do socorro.

Ah, talvez nem seja mais necessário, mas é claro que isso não foi no Brasil.

Bruna disse...

Postando de SP? O_o

Que frangote o que, brigar é coisa de otário. =)

Esqueceu de contar sobre nossos personagens caricatos: taxista puxando papo, garçom humilde gente boa, velha com o poodle no colo e traveca solidária.

Já é o segundo acidente ali na rua que a gente acompanha hein?

Francisco disse...

Se tu fosse um escroto de 2m, fedorento, que arranja briga com todo mundo pra achar que é macho(estilo vocalista do Matanza), tu seria um frangote.
é o que eu acho...